Aula do dia 25/03/09

Vídeo - Daniel Godri - Desenvolvendo Talentos
Relatos do filme:
  • motivação pessoal é o que move a platéia;
  • o ser humano precisa de auto-motivação;
  • existe falta de controle dos recursos do sucesso, mas não falta de sucesso;
  • é preciso qualidade em nossa vida, qualidade no que aprendemos, e disso depende a qualidade de nossa comunicação com o mundo e conosco;
  • devemos ser ignorantes suficientes para evitar o que não nos convém;
  • devemos ser inteligentes suficientes para colocar em prática nossas atividades;
  • reforce seu lado positivo;
  • todos gostam de entusiasmo;
  • o gato é inteligente;
  • o cachorro é entusiasta;
  • o bom profissional tem a inteligência do gato e o entusiasmo do cachorro;
  • você pode chegar ao topo degrau por degrau;
  • seja um profissional rosa, que começa fechado e vai se abrindo;
  • não seja um profissional repolho, que começa aberto e vai se fechando;
  • se você é uma locomotiva, você tem harmonia, anda nos trilhos, e puxa o trem para ir além da excelência;
  • o bom profissional soluciona problemas com criatividade;
  • entre o inteligente e o motivado, seja o motivado;
  • não olhe no espelho e sim pela janela;
  • inteligência emocional é fundamental;
  • se espelhe em nosso maior líder - Jesus - capaz de unir 12 pessoas, praticamente comuns e ver em cada uma delas apenas suas qualidades fazendo-as prosperar.

Aula do dia 24/03/09

A evolução das Teorias Administrativas - Evolução do Ambiente
-Ecologia organizacional
Foi visto na Teoria da Contingência que as organizações precisam desenvolver certos padrões de relacionamento que as possibilitem se adaptar ao meio ambiente. Contudo, os pesquisadores que compartilham da visão de seleção natural argumentam que o enfoque contingencial atribui muita flexibilidade e poder a organização e pouco ao ambiente. Deve-se portanto neutralizar esse desequilíbrio procurando verificar como os ambientes selecionam as organizações, e isto pode ser feito através da análise das populações e da economia das organizações. Faz-se necessário, portanto, uma investigação que proporcione visualizar melhor como as condições políticas, econômicas e sociais influenciam na diversidade das organizações e como justificam sua posição mutante ao longo do tempo.
As organizações, como organismos da natureza, dependem, para sobreviver, da sua habilidade de adquirir adequado suprimento de recursos necessários ao sustento da existência. Neste esforço, tais organizações enfrentam a competição de outras organizações e uma vez que comumente exista escasses de recursos, somente as mais adaptadas sobrevivem.
Com isso, a natureza, o número e a distribuição de organizações dependem da disponibilidade de recursos, assim como da competição, dentro e entre as diferentes espécies. O ambiente passa a exercer a função de determinar quais competidores terão êxito, selecionando os mais fortes e eliminando os mais fracos. A constituição das populações reflete o resultado de um processo que segrega um tipo de organização das outras. Assim, no que tange ao s tipos de organizações, populações existentes e a relação entre elas, alguns autores ecologistas, propoe que seja possível, a interação por simbiose, na qual tanto o quadro se benefia da presença um do outro, num sentido de complementaridade, o que está diretamente relacionado com os conceitos e características das redes.
Com base na abordagem ecológica, é possível verificar a existência de três estágios no processo de seleção de organizações:
- O 1º está relacionado a mudança nas estruturas das organizações devido às pressões do ambiente;
- O 2º refere-se a seleção de apenas algumas organizações que melhor se adaptaram ao ambiente;
- O 3º estágio é o da retenção em que as formas organizacionais selecionadas são retidas, duplicadas e reproduzidas.
Ao tomar como ponto de partida o fato das redes serem estruturadas bem ajustadas às pressões do ambiente, de certo modo, os três estágios de seleção das organizações podem explicar a proliferação de arranjos interorganizacionais no nos diversos setores das economias.
Fica claro, então, que a evolução dos formatos organizacionais tem privilegiado a aproximação entre as organizações, no intuito de elevar o grau de relacionamento entre elas, dado que no cenário atual as organizações não conseguem prosperar isoladamente. Em adição a conjuntura ambiental demanda níveis de relação capazes de oferecer solidez de força as organizações, o que conduz estas por conseguinte a buscarem na formação de redes as ferramentas para superar os obstáculos impostos pela alta competitividade e mutação constante do ambiente.

Aula do dia 18/03/09

Continuação da pesquisa em grupo .

Paralelo analisado de todas as teorias.

Além do complemento colocado em prática aplicado em todas as teorias, o administrador ao ser presentante maior da empresa deverá ter a visão global da hierarquia das necessidades humanas, lembrando que a estrutura organizacional não é fixa, portanto, tendo que se adquar a situações diversa.
Podemos perceber assim, a importância do homem e do seu ambiente de trabalho para o bom funcionamento de uma empresa.

Paralelo analisado pelas alunas: Aline, Ana Elisa, Chrystiane e Laura.

Aula do dia 17/03/09

Pesquisa em grupo, realizada em sala de aula.

Análise:

Teoria da Contingência - Originou-se de pesquisas realizadas para confirmar se haveria um modelo de estrutura organizacional que seguiam a Teoria Clássica, na qual se conclui que não haveria um único e/ou melhor modelo de organização, pois, não existe regra, tudo é relativo, tudo depende.
A condições do ambiente são variáveis, enquanto as técnicas administrativas são condicionais a uma relação funcional, essa relação é dependente aos acontecimentos.
Tem como características sistemas mecânicos (permanentes) e orgânicos (variáveis), baseados em: estruturas organizacionais; autoridade; desenho de cargo e tarefa; processo decisorial, comunicação, confiabilidade em...; princípios fundamentais; ambiente.
Seus aspectos são sistemas abertos, integração entre si e com o ambiente.

Teoria Neoclássica - teoria integradora eclética e utilitarista, que se originou da da Teoria Clássica dando-lhe um complemento;
Tem como características: a ênfase na prática e aplicação da administração; reforma e atualização da teoria Clássica, onde soma seus princípios gerais para facilitar o trabalho do administrador.
Seus objetivos são focados em resultados, e é aberta a todos os pontos de vista.
A Administração como técnica social - orienta, dirige e controla os esforços de um grupo para um objetivo comum.
A cooperação com as outras pessoas para atingir seus objetivos é uma das atividades da administração que coordena grupos..
As sociedades organizacionais agem entre si e embora sejam interdependentes, tendem a viver e trabalhar juntas.
Aspectos da administração comuns às organizações:
- Objetivos - tarefa social;
- Semelhança na composição da administração, porém com o propósito de equilibrar os objetivos das instituições com os desejos e necessidades das pessoas.
- Desempenho individual onde cabe ao administrador conduzir a empresa que será de acordo com as atitudes do mesmo.
Pesquisa realizador por: Aline, Ana Elisa, Chrystiane, Laura.

Aula do dia 11/03/09

A teoria de sistemas implusionou no nível teórico o desenvolvimento de novos conceitos que passaram a integrar o pensamento organizacional e interligar, diferentes disciplinas científicas, apresentando um relacionamento muito próximo entre a teoria e a sua aplicação em várias áreas do conhecimento humano. Assim, forneceu a fundamentação para a abordagem contingencial, uma vez que defende a importância das interelações entre as unidades da organização e na busca de complementar o conhecimento sobre esse assunto propôs analisar assim aos estudiosos a natureza das relações.
A teoria da contingência parte do pressuposto que não existe uma estrutura organizacional que possa ser efetiva em todas as organizações, pois a melhor otimização da estrutura dependerá de alguns fatores contingenciais, tais como estratégia, tamanho, incerteza da tarefa e tecnologia, que por sua vez, refletem a influência do ambiente numa dada organização. Não há planos, estruturas, estilos de liderança ou controles adequados em todas as situações, pelas quais uma organização se encontra. Ela precisa identificar diferentes formas de se estruturar e organizar para diferentes situações, adequando-se a estes fatores contingenciais e, por conseguinte, ao ambiente. É justamente neste ponto que as redes interorganizacionais entram em cena proporcionando novas estruturas de organização das atividades empresariais para se ajustarem adequadamente as demandas ambientais.
O ambiente descreve a estrutura organizacional de modo que a mesma possa corresponder as suas exigências. O centro do debate da teoria da contingência, portanto, está na forma em que a estrutura organizacional é formatada, de maneira que atenda as necessidades ambientais. Na perspectiva contingencial, não há espaços para escolhas ou vontades humanas. Neste sentido, o desenvolvimento do enfoque da seleção natural e e população-ecologia parte de um conjunto de críticas formulada a teoria da contingência e tenta neutralizar algumas distorções, adaptativas sugeridas por esta abordagem.

Aula do dia 10/03/09

Teoria Estruturalista
Abordagem estruturalista da administração - Teoria da Burocracia:
Baseia-se na racionalidade, na adequação dos meios, dos objetivos, visando atingir a máxima eficiência.

Max Weber (1964-1920):
Como as organizações fazem para perpetuar nos ambientes em que estão operando?

O que as mantém em funcionamento?
- Aspectos essenciais para tal (característica da burocracia): ênfase na forma; especialização da tarefa e competência; regras e normas; responsabilidades definidas e registro.

- Segundo Weber, a burocracia é a forma mais racional, eficiente e lógica da organização, as regras e as normas são sua essência.

- Tudo está previsto através de normas e regulamentos que fundamentam e constituem a legislação escrita da organização.

Max Weber: Conceito de poder, autoridade e legitimidade.

Autoridade - A autoridade representa o poder institucionalizado e oficializado, ter autoridade é ter poder, mas nem sempre ter poder é ter autoridade. A autoridade é legítima quando é aceita.

Poder - capacidade de realizar objetivos e superar resistências em qualquer relação social. Poder legítimo implica em obediência efetiva e completa.

Legitimidade - Capacidade de justificar o exercício da autoridade e do poder dela decorrente.

Tipos de autoridade: Tradicional (exemplo - patriarcal); Carismática (características pessoais do líder, devoção); Legal (técnica, promulgada, formal).

Teoria Estruturalista - Surge como um verdadeiro desdobramento da teoria da burocracia e uma leve aproximação das teorias das relações humanas, representando uma visão crítica da organização formal.

Estruturalismo - abordagem múltipla e globalizante (organização formal e informal); relacionando as organizações, caracterizadas pela interdependência.

A visão dos estruturalistas sobre a organização: Sistemas de deliberadamente constituído e em constante relação de intercâmbio com o ambiente, entre as suas partes destacando-se as relações entre a organização formal e informal, privilegiando a abordagem comparativa.
A visão do estruturalista sobre os conflitos: Processo social fundamental, propulsor do desenvolvimento inevitáveis e muitas vezes desejáveis. Provocam tensões e antagonismo, envolvendo aspectos positivos e negativos.

Origens da Teoria Estruturalista
- A abordagem estruturalista pode ser definida como uma tentativa de reunir aspectos relevantes da abordagem clássica e da abordagem humanística.
- A necessidade de se visualizar a organização de forma ampla, complexa, em que participam diferentes grupos sociais.
- A influência do estruturalismo nas ciências sociais e a repercussão destas no estudo das organizações.

Estrutura da Teoria Estruturalista
Arranjo dos elementos constitutivos dos elementos da organização, designando ao mesmo tempo um conjunto e as suas interelações. O estruturalismo se preocupa com o todo e com relacionamento das partes na constituição do todo, é um método analítico e comparativo que estuda os elementos os fenômenos em relação a uma totalidade salientando o seu valor de posição. A totalidade, a interdependência das partes e o fato de que o todo é maior do que a simples soma das partes, são características básicas do estruturalismo (Sinergia).

Estrutura Organizacional - é a maneira como as atividades da organização são divididas e a espinha dorsal da organização, constitui a arquitetura ou formato organizacional.

- O organograma constitui a representação gráfica da estrutura organizacional.

- Visão de homem (na burocracia e no estruturalismo) - o homem organizacional, o homem que desempenha papéis em diferentes organizações.

- Os incentivos no estruturalismo - incentivos e recompensas psicosociais (estatos, prestígio, relações sociais), assim como materiais, bem como as suas influências mútuas.

Teoria Sistêmica - No campo organizacional o desenvolvimento sistêmico ocorreu através dos estudos realizados pelo instituto de relações humanas. O primeiro estudioso Tavisctock, com especial destaque para os pesquisadores E.L Trist e A.K. Rice, foi o responsável pela identificação do subsistema técnico, isto é, demandas da tarefa e implantação física, e do subsistema social, ou seja as relações sociais existentes entre aqueles responsáveis pela execução das tarefas. O modelo de Tavistock contribuiu para análise organizacional no sentido de que evidencia a importação que tanto o subsistema social, quanto o técnico fazem do ambiente em termos de valores e aspirações, e matérias primas e equipamentos . O enfoque do sistema parte do princípio de que assim como os organismos as organizações estão abertas ao ambiente no qual estão inseridas e precisam manter uma relação adequada com este, caso queiram sobreviver. Os sistemas abertos tal como as organizações, possuem como característica marcante um intercâmbio permanente, ou seja, influenciando-o e sendo por ele influenciado. Uma característica particular das organizações em relação aos organismos é sua capacidade de estender seu ciclo de vida através de reorganizações estruturais, dando origem a novas configurações, como por exemplo, as redes intereorganizacionais.