
Aula do dia 01/04/09
- Redefinição total dos conceitos administrativos;
- Críticas às teorias clássicas e das relações humanas - amplia o conteúdo e diversifica sua natureza.
- Críticas severas a teoria burocrática;
- Incorporação da sociologia à burocracia.
Nova abordagem das ciências do comportamento e adoção de posições explicativas e descritivas.
A motivação humana ;
- O comportamento individual das pessoas;
- O estudo da motivação humana;
- O homem é um animal complexo dotado de necessidades;
- Processo contínuo de satisfação de substituição das necessidades ;
O administrador deve conhecer as necessidades humanas
Compreensão do comportamento humano - O administrador deve saber utilizar a motivação como uma arma. A motivação humana enquanto meio para alcançar uma melhor qualidade de vida dentro das organizações .
Hierarquia das necessidades (Maslow) - As necessidades humanas estão dispostas hierarquicamente (importância e diferenciação);
Pirâmide das necessidades da base para o topo:
Necessidades Primárias:
As fisiológicas - (alimentação, sono-repouso, abrigo e desejo sexual) instintas e inatas;
Segurança - (estabilidade, proteção, fuga) discriminação, favoritismo, ou política administrativa imprevisível são ativadores da segurança.
Necessidades Secundárias:
Sociais - (associação, participação, aceitação, amizade, afeto, amor) a insatisfação destas necessidades conduz a inadaptação social e a sentimentos de frustração e solidão.
Estima - (auto-apreciação, auto-confiança necessidade de aprovação social, respeito, estatos prestígio e consideração) a sua frustração leva a sentimentos de inferioridade, fraqueza, dependência e desamparo.
Auto-realização - (melhorar o próprio potencial e auto-desenvolver-se continuamente).
Aspectos da teoria da hierarquia das necessidades:
-A satisfação de um nível inferior de necessidades é essencial para revelação de um nível superior do comportamento, o topo da pirâmide das necessidades não está ao alcance de todos
- A prioridade em satisfazer as necessidades de níveis mais baixos (monopolização do indivíduo);
-Cada indivíduo possui uma multiplicidade de motivações (necessidades, interligadas entre si (efeito global e conjunto no organismo).
Aula do dia 25/03/09
Vídeo - Daniel Godri - Desenvolvendo Talentos- motivação pessoal é o que move a platéia;
- o ser humano precisa de auto-motivação;
- existe falta de controle dos recursos do sucesso, mas não falta de sucesso;
- é preciso qualidade em nossa vida, qualidade no que aprendemos, e disso depende a qualidade de nossa comunicação com o mundo e conosco;
- devemos ser ignorantes suficientes para evitar o que não nos convém;
- devemos ser inteligentes suficientes para colocar em prática nossas atividades;
- reforce seu lado positivo;
- todos gostam de entusiasmo;
- o gato é inteligente;
- o cachorro é entusiasta;
- o bom profissional tem a inteligência do gato e o entusiasmo do cachorro;
- você pode chegar ao topo degrau por degrau;
- seja um profissional rosa, que começa fechado e vai se abrindo;
- não seja um profissional repolho, que começa aberto e vai se fechando;
- se você é uma locomotiva, você tem harmonia, anda nos trilhos, e puxa o trem para ir além da excelência;
- o bom profissional soluciona problemas com criatividade;
- entre o inteligente e o motivado, seja o motivado;
- não olhe no espelho e sim pela janela;
- inteligência emocional é fundamental;
- se espelhe em nosso maior líder - Jesus - capaz de unir 12 pessoas, praticamente comuns e ver em cada uma delas apenas suas qualidades fazendo-as prosperar.
Aula do dia 24/03/09
A evolução das Teorias Administrativas - Evolução do Ambiente-Ecologia organizacional
As organizações, como organismos da natureza, dependem, para sobreviver, da sua habilidade de adquirir adequado suprimento de recursos necessários ao sustento da existência. Neste esforço, tais organizações enfrentam a competição de outras organizações e uma vez que comumente exista escasses de recursos, somente as mais adaptadas sobrevivem.
Com isso, a natureza, o número e a distribuição de organizações dependem da disponibilidade de recursos, assim como da competição, dentro e entre as diferentes espécies. O ambiente passa a exercer a função de determinar quais competidores terão êxito, selecionando os mais fortes e eliminando os mais fracos. A constituição das populações reflete o resultado de um processo que segrega um tipo de organização das outras. Assim, no que tange ao s tipos de organizações, populações existentes e a relação entre elas, alguns autores ecologistas, propoe que seja possível, a interação por simbiose, na qual tanto o quadro se benefia da presença um do outro, num sentido de complementaridade, o que está diretamente relacionado com os conceitos e características das redes.
Com base na abordagem ecológica, é possível verificar a existência de três estágios no processo de seleção de organizações:
- O 1º está relacionado a mudança nas estruturas das organizações devido às pressões do ambiente;
- O 2º refere-se a seleção de apenas algumas organizações que melhor se adaptaram ao ambiente;
- O 3º estágio é o da retenção em que as formas organizacionais selecionadas são retidas, duplicadas e reproduzidas.
Ao tomar como ponto de partida o fato das redes serem estruturadas bem ajustadas às pressões do ambiente, de certo modo, os três estágios de seleção das organizações podem explicar a proliferação de arranjos interorganizacionais no nos diversos setores das economias.
Fica claro, então, que a evolução dos formatos organizacionais tem privilegiado a aproximação entre as organizações, no intuito de elevar o grau de relacionamento entre elas, dado que no cenário atual as organizações não conseguem prosperar isoladamente. Em adição a conjuntura ambiental demanda níveis de relação capazes de oferecer solidez de força as organizações, o que conduz estas por conseguinte a buscarem na formação de redes as ferramentas para superar os obstáculos impostos pela alta competitividade e mutação constante do ambiente.
Aula do dia 18/03/09
Continuação da pesquisa em grupo .Paralelo analisado de todas as teorias.
Além do complemento colocado em prática aplicado em todas as teorias, o administrador ao ser presentante maior da empresa deverá ter a visão global da hierarquia das necessidades humanas, lembrando que a estrutura organizacional não é fixa, portanto, tendo que se adquar a situações diversa.
Podemos perceber assim, a importância do homem e do seu ambiente de trabalho para o bom funcionamento de uma empresa.
Paralelo analisado pelas alunas: Aline, Ana Elisa, Chrystiane e Laura.
Aula do dia 17/03/09
Pesquisa em grupo, realizada em sala de aula.Aula do dia 11/03/09
A teoria de sistemas implusionou no nível teórico o desenvolvimento de novos conceitos que passaram a integrar o pensamento organizacional e interligar, diferentes disciplinas científicas, apresentando um relacionamento muito próximo entre a teoria e a sua aplicação em várias áreas do conhecimento humano. Assim, forneceu a fundamentação para a abordagem contingencial, uma vez que defende a importância das interelações entre as unidades da organização e na busca de complementar o conhecimento sobre esse assunto propôs analisar assim aos estudiosos a natureza das relações.A teoria da contingência parte do pressuposto que não existe uma estrutura organizacional que possa ser efetiva em todas as organizações, pois a melhor otimização da estrutura dependerá de alguns fatores contingenciais, tais como estratégia, tamanho, incerteza da tarefa e tecnologia, que por sua vez, refletem a influência do ambiente numa dada organização. Não há planos, estruturas, estilos de liderança ou controles adequados em todas as situações, pelas quais uma organização se encontra. Ela precisa identificar diferentes formas de se estruturar e organizar para diferentes situações, adequando-se a estes fatores contingenciais e, por conseguinte, ao ambiente. É justamente neste ponto que as redes interorganizacionais entram em cena proporcionando novas estruturas de organização das atividades empresariais para se ajustarem adequadamente as demandas ambientais.
O ambiente descreve a estrutura organizacional de modo que a mesma possa corresponder as suas exigências. O centro do debate da teoria da contingência, portanto, está na forma em que a estrutura organizacional é formatada, de maneira que atenda as necessidades ambientais. Na perspectiva contingencial, não há espaços para escolhas ou vontades humanas. Neste sentido, o desenvolvimento do enfoque da seleção natural e e população-ecologia parte de um conjunto de críticas formulada a teoria da contingência e tenta neutralizar algumas distorções, adaptativas sugeridas por esta abordagem.
Aula do dia 10/03/09
Baseia-se na racionalidade, na adequação dos meios, dos objetivos, visando atingir a máxima eficiência.
Max Weber (1964-1920):
Como as organizações fazem para perpetuar nos ambientes em que estão operando?
O que as mantém em funcionamento?
- Aspectos essenciais para tal (característica da burocracia): ênfase na forma; especialização da tarefa e competência; regras e normas; responsabilidades definidas e registro.
- Segundo Weber, a burocracia é a forma mais racional, eficiente e lógica da organização, as regras e as normas são sua essência.
- Tudo está previsto através de normas e regulamentos que fundamentam e constituem a legislação escrita da organização.Max Weber: Conceito de poder, autoridade e legitimidade.
Autoridade - A autoridade representa o poder institucionalizado e oficializado, ter autoridade é ter poder, mas nem sempre ter poder é ter autoridade. A autoridade é legítima quando é aceita.
Poder - capacidade de realizar objetivos e superar resistências em qualquer relação social. Poder legítimo implica em obediência efetiva e completa.
Legitimidade - Capacidade de justificar o exercício da autoridade e do poder dela decorrente.Tipos de autoridade: Tradicional (exemplo - patriarcal); Carismática (características pessoais do líder, devoção); Legal (técnica, promulgada, formal).
Teoria Estruturalista - Surge como um verdadeiro desdobramento da teoria da burocracia e uma leve aproximação das teorias das relações humanas, representando uma visão crítica da organização formal.
Estruturalismo - abordagem múltipla e globalizante (organização formal e informal); relacionando as organizações, caracterizadas pela interdependência.
A visão dos estruturalistas sobre a organização: Sistemas de deliberadamente constituído e em constante relação de intercâmbio com o ambiente, entre as suas partes destacando-se as relações entre a organização formal e informal, privilegiando a abordagem comparativa.
A visão do estruturalista sobre os conflitos: Processo social fundamental, propulsor do desenvolvimento inevitáveis e muitas vezes desejáveis. Provocam tensões e antagonismo, envolvendo aspectos positivos e negativos.
Origens da Teoria Estruturalista
- A abordagem estruturalista pode ser definida como uma tentativa de reunir aspectos relevantes da abordagem clássica e da abordagem humanística.
- A necessidade de se visualizar a organização de forma ampla, complexa, em que participam diferentes grupos sociais.
- A influência do estruturalismo nas ciências sociais e a repercussão destas no estudo das organizações.
Estrutura da Teoria Estruturalista
Arranjo dos elementos constitutivos dos elementos da organização, designando ao mesmo tempo um conjunto e as suas interelações. O estruturalismo se preocupa com o todo e com relacionamento das partes na constituição do todo, é um método analítico e comparativo que estuda os elementos os fenômenos em relação a uma totalidade salientando o seu valor de posição. A totalidade, a interdependência das partes e o fato de que o todo é maior do que a simples soma das partes, são características básicas do estruturalismo (Sinergia).
Estrutura Organizacional - é a maneira como as atividades da organização são divididas e a espinha dorsal da organização, constitui a arquitetura ou formato organizacional.
- O organograma constitui a representação gráfica da estrutura organizacional.
- Visão de homem (na burocracia e no estruturalismo) - o homem organizacional, o homem que desempenha papéis em diferentes organizações.
- Os incentivos no estruturalismo - incentivos e recompensas psicosociais (estatos, prestígio, relações sociais), assim como materiais, bem como as suas influências mútuas.Teoria Sistêmica - No campo organizacional o desenvolvimento sistêmico ocorreu através dos estudos realizados pelo instituto de relações humanas. O primeiro estudioso Tavisctock, com especial destaque para os pesquisadores E.L Trist e A.K. Rice, foi o responsável pela identificação do subsistema técnico, isto é, demandas da tarefa e implantação física, e do subsistema social, ou seja as relações sociais existentes entre aqueles responsáveis pela execução das tarefas. O modelo de Tavistock contribuiu para análise organizacional no sentido de que evidencia a importação que tanto o subsistema social, quanto o técnico fazem do ambiente em termos de valores e aspirações, e matérias primas e equipamentos . O enfoque do sistema parte do princípio de que assim como os organismos as organizações estão abertas ao ambiente no qual estão inseridas e precisam manter uma relação adequada com este, caso queiram sobreviver. Os sistemas abertos tal como as organizações, possuem como característica marcante um intercâmbio permanente, ou seja, influenciando-o e sendo por ele influenciado. Uma característica particular das organizações em relação aos organismos é sua capacidade de estender seu ciclo de vida através de reorganizações estruturais, dando origem a novas configurações, como por exemplo, as redes intereorganizacionais.
Aula do dia 04/03/09
- Paralelo entre melhorias das Teorias administrativas e sua Aplicação prática colocada no mercado de trabalho atual;
Grupo I - melhorias das Teorias administrativas apartir do século XX, tópicos relacionados como:
- A divisão do trabalho;
- Impessoalidade na empresa;
- Incentivos salariais;
- Os fundamentos da boa administração;
- Técnologia industrial (linha de produção maior em menor tempo resultando no lucro);
- Trabalho coletivo;
- Regulamentosa e regras;
- Hierarquia rígida
Grupo II - Aplicação prática das Teorias administrativas no mercado de trabalho atual:
(a ser postado...)
Aula do dia 03/03/09
- Paralelo de todas as Teorias/Evolução de todas elas.
Teoria Administrativa do séc. XX
- Início do séc.XX - Necessidades das empresas focada na produção eficiente de bens, afim de atender o mercado sempre crescente;
- Fim do séc. XX - Falta de crescimento do mercado, recursos escassos, aumento da concorrência e competitividade;
- Nasce a "Administração" durante a Revolução Industrial;
Conceitos utilizados para a prática da administração que que se tornariam universais nos séculos seguintes:
- divisão do trabalho especializados em partes individuais para maior eficiência do produto final.
- introdução do trabalho coletivo (a perda do controle do processo de produção) por não haver pessoas especializadas para executar os trabalhos com maquinários.
- compra e venda da força de trabalho (admissão de funcionário).
Teoria de Adams Smith: - Conceitos universais sobre a divisão do trabalho.
Teoria de Frederick Taylor:
- Profissionais especializados para a máximo produtividade;
- Racionalização do Trabalho;
- Hierarquia Rígida;
- Incentivos através de salários e prêmios.
Teoria de Henry Fordy:
- Profissional especializado;
- Tecnologia Industrial;
Teoria mais abrangente à de Taylor na organização da produção tecnológica.
Teoria de Fayol:
- Abordagem global e universal resumida;
- Maior preocupação com a direção estabelecendo os princípios da boa administração.
Teoria de Max Weber:
- Utiliza a de Teoria de Taylor e a de Fordy;
- Cria regras e regulamentos;
- Rotinas impessoais;
- Promoções dentro de competências técnicas.
Exercício em dupla - Ana Elisa e Chrys 1ºP - TARDE.
Aula do dia 18/02/09
...eram essas pessoas, pesquisadores e estudiosos como Frederick Taylor, industrias como Henry Ford, executivos como Henri Fayol e cientistas como Max Weber que vieram a formar a chamada escola clássica da administração. Contudo convém ressaltar que a Revolução Industrial introduz um novo modo de produzir que inclui, dentre outras características, o trabalho coletivo, a perda do controle do processo de produção pelos trabalhadores e a compra e venda da força de trabalho. Neste contexto, no final do século XIX e início do século XX apareceram os primeiros trabalhos tratando da administração com o objetivo de racionalização do trabalho.A teoria de administração científica iniciada por Frederick Taylor (1856 - 1915) fundamenta -se na aplicação de métodos da ciência positiva, racional e metódica aos problemas administrativos, a fim de alcançar a máxima produtividade. Essa teoria provocou uma verdadeira revolução no pensamento administrativo e no mundo industrial. Para o aumento da produtividade propos métodos e sistemas de racionalização do trabalho e disciplina do conhecimento operário colocando-o sob comando da gerência; a seleção rigorosa dos mais aptos para realizar tarefas; a fragmentação e hierarquia do trabalho. Investiu nos estudos de tempos e movimentos para melhorar a eficiência do trabalhador e propos que as atividade complexas fossem divididas em partes mais simples facilitando a racionalização e padronização. Propoe incentivos salariais e prêmios pré-supondo que as pessoas são motivadas exclusivamente por interesses salariais e materiais de onde surge o termo "homo economicus."
Henri Fordy - Em 1913, aplica a tecnologia da linha de montagem na fabricação de automóveis. Utiliza os mesmos princípios desenvolvidos pelo taylorismo, porém trata-se de uma estratégia mais abrangente de organização da produção, que envolve extensa mecanização, como o uso de máquinas - ferramentas especializadas, linha de montagem e de esteira rolante e crescente divisão do trabalho. O modelo taylorista /fordista difundiu-se no mundo e influenciou fortemente todos os ramos da produção. Há algumas décadas, vem-se debatendo os efeitos negativos da organização do trabalho taylorista/fordista. Sobre os trabalhadores destacando-se :
A fragmentação do trabalho com separação entre concepção e execução que associada ao controle gerencial do processo e a hierarquia rígida tem levado a desmotivação e alienação de trabalhadores, bem como, a desequilíbrios nas cargas de trabalho.
A teoria clássica de Fayol - complementou o trabalho de Taylor substituindo a abordagem analítica e concreta de Taylor por uma abordagem sintética global e universal. Propos a racionalização da estrutura administrativa e a empresa passa a ser percebida como uma síntese dos diversos órgãos que compoem a sua estrutura. A preocupação maior de Fayol é para com a direção da empresa dando ênfase ás funções e operações no interior da mesma . Estabeleceu os princípios da boa administração sendo dele a clássica visão das funções do administrador: Organizar, planejar, coordenar, comandar e controlar.
A teoria democrática de Max Weber - identifica certas características da organização formal voltada exclusivamente para a racionalidade e para a eficiência. Em suas dimensões essenciais muitos dos aspectos do modelo burocrático podem ser encontrados em Taylor e Fayol: a divisão do trabalho baseada na especialização funcional; hierárquica e autoridade definida; sistema de regras e regulamentos que descrevem direitos e deveres dos ocupantes dos cargos; sistemas de procedimentos e rotinas impessoalidade nas relações interpessoais; promoção e seleção baseadas na competência técnica, dentre outros.
O movimento das relações humanas - Surge da crítica a teoria da administração científica e a teoria clássica, porém o modelo proposto não se contrapoe ao taylorismo. Combate o formalismo da administração e desloca o foca da administração para os grupos informais e suas inter-relação, oferecendo incentivos psicosociais, por entender que o ser humano não pode ser reduzido a esquemas simples e mecanistas. A escolha das relações humanas depositou na motivação a expectativa de levar o indivíduo a trabalhar para atingir os objetivos da organização. Defende a participação do trabalhador nas decisões.
Aula do dia 11/02/09
Teorias administrativas do século XX - princípios e conceitos:As grandes organizações que surgiram desde os primórdios dos tempos, como o império, a igreja católica e os exércitos, tinha tanta necessidade de administração como hoje tem o governo federal, a ONU, as universidades onde nos formamos e as prefeituras, enfim, toda e qualquer instituição pública ou privada. Por causa dessa necessidade, a muito tempo os gerentes e outros tipos de profissionais vem desenvolvendo teorias que são técnicas e conhecimentos para que sirvam em suas tarefas de tomada de decisões sobre recursos e para atingir objetivos. As teorias da administração espelha o momento histórico em que são produzidas. No início do século XX as teorias administrativas refletiam as necessidades das grandes empresas que estavam surgindo. Naquele momento a ênfase da administração estava focada na produção eficiente de bens, para atender um mercado sempre crescente, aparentemente inesgotável, a tônica era fazer sempre mais de maneira eficiente. No final do mesmo século as teorias são influenciadas por circunstâncias diferentes, os mercados não crescem da mesma forma e há muitos concorrentes, visto que os recursos e os consumidores são escassos. A ênfase da administração deslocou-se para a competitividade, retrato esse que vemos hoje no mercado global. A administração começou a nascer com um corpo independente de conhecimentos na Europa no século XVIII durante a Revolução Industrial. Naquela época as primeiras fábricas modernas começaram a colocar em prática diversos conceitos que se tornariam universais no séculos seguintes. Um destes conceitos era a divisão de trabalho, na qual suas vantagens são evidenciadas pela necessidade acentuada de que os operários especializados poderiam ser mais eficientes fabricando quantidades maiores de alfinetes do que cada um que fabricasse o alfinete completo. No entanto não foram as fábricas do século XVIII nem Adam Smith, quem inventou a divisão do trabalho, e sim a Revolução Industrial que disseminou essa prática. A partir do século XX a organização eficiente do trabalho tornou-se a base do desenvolvimento da teoria e da prática da administração. Muitas pessoas e grupos participam desse processo.



